Os bancos não mordem

Publicado Junho 24, 2008 by Paulo Aguiar

Não sei bem porquê mas há amigos meus que vêm ter comigo a pedir-me para tirar dúvidas sobre as suas contas bancárias ou para aconselhar os melhores produtos financeiros. E digo “não sei porquê” porque na realidade não sou nenhum especialista em finanças :P

A verdade é que muitas pessoas (também não sei bem porquê) parece que têm medo dos bancos. E a verdade é que são justamente os bancos, as instituições que melhor lhes podem esclarecer essas dúvidas.

Falar com o banco

Hoje em dia, é tão fácil falar com o banco: por correio electrónico, preenchendo um formulário no site, telefone ou deslocando-se ao balcão, só não fala com o banco quem não quer. Os maiores bancos têm mesmo centros de atendimento especializados em tirar as dúvidas ou resolver os problemas dos clientes.

Há pelo menos 3 situações em que é recomendável entrar em contacto com o banco:

  • Pedir conselhos sobre onde melhor investir o dinheiro. Toda a gente conhece os depósitos a prazo. Mas será que há algo melhor que se adeque ao nosso perfil de investidor?
  • Pedir dinheiro emprestado. Os bancos praticam as taxas mais baratas (muito mais baratas do que as sociedades financeiras que se fartam de fazer publicidade na tv)
  • Quando estamos em dificuldades financeiras. Não espere até não conseguir pagar os empréstimos – assim que começar a sentir dificuldades vá ao seu banco. É do interesse de ambas as partes resolver o problema.

Conclusão

Claro que há sempre as habituais alternativas de perguntar aos amigos; ou deixar a dúvida no fórum. Aliás, às vezes convém na mesma usar essas fontes para confirmar os esclarecimentos prestados pelo banco. Mas a única garantia de obter uma resposta profissional e virada para o seu problema específico é mesmo perguntar a um banco. Naturalmente que, como em qualquer outro lado, pode ter o azar de apanhar um funcionário menos qualificado pela frente… insista – calmamente explique-lhe que não está a conseguir fazer passar a mensagem e peça para chamar outra pessoa ou recorra ao “truque” do livro de reclamações. Faça valer os seus direitos como cliente.

Afinal de contas, os bancos não mordem ;)

Autor: Paulo Aguiar

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